Rede de cuidados continuados vai entrar em funcionamento em 2013

Processo de admissão dos doentes vai ser desburocratizado

07 setembro 2012
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Uma rede de prestação de cuidados a pessoas com doenças graves ou incuráveis, integrada no Serviço Nacional de Saúde, vai funcionar a partir de 2013, segundo a lei de bases publicada no Diário da República.

 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que o diploma, que entrará em vigor com o próximo Orçamento do Estado, cria uma Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP) sob a alçada do Ministério da Saúde, e regula o acesso dos cidadãos a este tipo de acompanhamento.

 

Os cuidados paliativos são tratamentos que têm por alvo a prevenção e alívio do sofrimento físico, psicológico, social e espiritual e na melhoria do bem-estar dos doentes em estado terminal, com doenças graves ou incuráveis, em fase avançada e progressiva.

 

Esta nova rede vem desburocratizar o processo de admissão dos doentes que precisam de tratamento, que até agora necessitavam de avaliação intermédia. Assim, com esta nova lei, a admissão dos doentes que precisam de tratamento passa a ser determinada pelos serviços médicos onde são assistidos.

 

A rede irá apoiar cerca de 60 mil doentes diretamente e mais 180 mil pessoas indiretamente, quando contabilizados os familiares dos pacientes com doenças graves e incuráveis.

 

A estrutura vai ser criada nos hospitais e nos centros de saúde com condições para tal, e vai ser autónoma em relação à atual rede de cuidados continuados, que foi criada em 2006. Var ser também dado apoio domiciliário aos doentes que não precisam de internamento.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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