Reclusas vão ser rastreadas ao cancro do colo do útero

Projecto arranca hoje

27 janeiro 2010
  |  Partilhar:

As 600 reclusas das quatro prisões femininas portuguesas (Tires, Guarda, Santa Cruz do Bispo e Odemira) vão ter a possibilidade de serem rastreadas para o vírus do papiloma humano (HPV), um projecto do Instituto Português de Oncologia e da Liga Portuguesa contra o Cancro, que arranca hoje.

 

Segundo disse à agência Lusa a coordenadora do projecto, Isabel Riscado, chegou a hora de a informação sobre a doença chegar a "mulheres um pouco esquecidas". A coordenadora afirmou que o lema das campanhas de sensibilização – "Vacinar as filhas, rastrear as mães" – continuará com o trabalho já iniciado nas escolas, mas também precisa de chegar às prisões.

 

Isabel Riscado parte para o projecto com uma "expectativa enorme" quanto à receptividade das reclusas, cuja participação nas sessões é voluntária. A seguir às sessões de esclarecimento, as responsáveis do projecto marcarão os rastreios para realização de citologias. "Temos de começar mesmo pela informação. Só com informação correcta e permanente é que vamos conseguir, diminuir a incidência da doença", disse Isabel Riscado.

 

O projecto de rastreios nas cadeias começa em plena Semana Europeia de Prevenção do Cancro do Colo do Útero.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.