Reanimação cardiovascular posta em causa

Estudos revelam que procedimento é muitas vezes mal feito

27 janeiro 2005
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A reanimação cardiovascular (RCV) «é muitas vezes mal feita pelos médicos, para-médicos e enfermeiros», indicam dois estudos, um norte-americano e outro europeu.
 

 

Quer a vítima de uma crise cardíaca seja tratada num hospital ou numa ambulância, as instruções para a reanimação não são muitas vezes seguidas - concluíram os autores destas investigações, cujos resultados foram publicados na semana passada no Journal of the American Medical Association (JAMA).
 

 

Entre os problemas mais frequentemente observados, o estudo aponta que o pessoal médico e para-médico não exercem muitas vezes pressões suficientemente fortes no peito de quem está em paragem cardíaca para tentar reactivar o coração.
 

 

Outro problema notado é que insuflam muito frequentemente demasiado ar nos pulmões do paciente, seja por boca a boca, seja por tubos alimentados por máquinas. Os investigadores salientam ser por vezes necessário exercer no peito da vítima pressões tão fortes ao ponto de poderem partir costelas.
 

 

Mais de 60 mil pessoas morrem por ano de crise cardíaca nos Estados Unidos e na Europa, sublinham os investigadores.
 

 

Fonte: Lusa
 

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