Reacções adversas de medicamentos esquecidas pelos médicos

Estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

22 junho 2006
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Segundo um estudo elaborado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), a taxa de notificação de reacções adversas a medicamentos em Portugal é de cerca de metade dos valores alcançados em países como Espanha ou Holanda e um quarto dos registados no Reino Unido e França.
 

 

De acordo com o estudo, efectuado por Teresa Herdeiro entre 2002 e 2005, a indiferença (presunção de que a notificação não contribui para o conhecimento médico) e a falta de confiança (presunção de que só deve ser notificada uma reacção quando há certeza de uma relação causa-efeito) são as principais razões pelas quais os médicos não notificam as reacções adversas a medicamentos (RAM).
 

 

Após um conjunto de acções de sensibilização junto de uma amostra de médicos e farmacêuticos seleccionados, constatou-se, no entanto, que a notificação espontânea aumentou 9,7 vezes na primeira categoria profissional e 5,9 vezes na segunda.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

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