Reação adversa: suspeitas são recolhidas por serviço informático

Notificação de reações em Portugal é baixa

21 março 2012
  |  Partilhar:

Um novo serviço informático foi disponibilizado pela Unidade de Farmacovigilância do Norte (UFN) em colaboração com o departamento de Ciências da Informação e da Decisão em Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (CIDES-FMUP) para recolha de suspeitas de reação adversa, diretamente dos sistemas de prescrição e registos clínicos.

 

A UFN e o CIDES-FMUP incluíram este serviço no software de prescrição de medicamentos da Firts, facilitando deste modo a recolha de suspeitas de reação adversa a medicamento (RAM) detetadas pelos médicos, dá conta a nota enviada pela Universidade do Porto.

 

A taxa de notificação de RAM em Portugal, como na maioria dos países desenvolvidos, é muito baixa, estimando-se que menos de 10% dos casos ocorridos sejam notificados. As RAM são um importante e persistente problema de Saúde Pública em termos de morbilidade, mortalidade e custos. A maioria das RAM graves é difícil de detetar em fases de investigação clinica e pré-comercialização, pelo que a notificação destas pelos profissionais de saúde é importante.

 

Assim, com esta parceria os responsáveis esperam conseguir facilitar a recolha de suspeitas de RAM, contribuindo para o melhor conhecimento do perfil de segurança dos medicamentos comercializados, havendo assim um maior proteção da saúde pública.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.