Químicos afectam cérebro das crianças

Estão presentes no dia-a-dia e podem ser altamente perigosos...

03 junho 2004
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 Falta de memória, redução da capacidade visual, problemas no aparelho locomotor e baixos níveis de inteligência são algumas das consequências que os químicos com que lidamos no dia-a-dia podem ter nas crianças. Um relatório divulgado esta semana pela associação WWF (World Wildlife Fund - Fundo Mundial para a Vida Selvagem) dá conta do impacto destas substâncias no desenvolvimento do cérebro dos mais pequenos. O cérebro e o sistema nervoso são órgãos particularmente sensíveis já que se desenvolvem durante um longo período de tempo. O relatório reúne informação de diversos estudos europeus sobre o impacto destas substâncias na saúde humana, concluindo que os efeitos do constante contacto com os químicos já está a ter graves consequências. Existem cerca de 70 mil químicos feitos pelo homem no mercado europeu. Os que podem interferir com os sistemas hormonais e afectar a inteligência e o comportamento das crianças provêm de várias fontes, como os incineradores, centrais térmicas e fábricas (dioxinas e furanos), os transformadores, tintas e frigoríficos mais antigos (PCB - Policlorobifenilos), os computadores, televisores, mobiliário, carros e vídeos (retardadores de chamas à base de bromo) e garrafas, cinturas plástica das latas e algumas amálgamas dentárias (BPA - polímero de acetona de bi-fenol).Fonte: Público 

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