Quem ama vive mais e melhor

Especialistas reafirmam tese em dia de São Valentim

14 fevereiro 2002
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Conta uma das várias lendas sobre o assunto que São Valentim, sacerdote da antiga Roma, teria violado um injusto decreto imperial que proibia o casamento – para que os homens fossem obrigados a combater. Valentim não cumpriu o decreto e celebrou as cerimónias, às escondidas, e sob a reprovação do imperador Claudius II.
 

 

Por tal, foi punido e condenado à morte. Esta é, à luz da história, uma das explicações para que hoje se comemore o Dia dos Namorados.
 

 

Esquecendo o consumismo que marca a época, o 14 de Fevereiro não passa de um dia igual a outros para demonstrar o amor e afecto pela sua cara-metade.
 

 

Ainda para mais, o amor, ao criar uma atmosfera de felicidade em torno das pessoas, contribui para evitar doenças de coração e aumenta a longevidade, afirmou a Federação de Cardiologia Mundial, com sede em Genebra.
 

O presidente da Federação, que é professor de Cardiologia
 

na Escola de Medicina de Curitiba, no Brasil, indicou que "o amor em todas as suas dimensões, incluindo a filial e fraternal, melhora a qualidade de vida e alarga-a".
 

 

Camargo Maranhão precisou que, entre as pessoas em
 

tratamento por doenças cardiovasculares, as carentes de afecto emocional têm "entre duas a quatro vezes mais dificuldades" em superar as doenças do que as com "relações íntimas harmoniosas".
 

 

Segundo o professor brasileiro, um estudo com doentes
 

cardiovasculares, de cancro ou diabetes concluiu que um ambiente feliz leva a uma tensão arterial mais equilibrada, faz reduzir o stress e é positivo até para o sistema imunitário.
 

 

MNI-Médicos Na Internet com Lusa
 

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