Dados da Liga Portuguesa Contra o Cancro
Quase 40% das mulheres que são convocadas para um rastreio do Cancro da Mama pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) não realizam o exame, apesar desta iniciativa contribuir para a redução da mortalidade.
Segundo Vítor Rodrigues, coordenador nacional do Programa de Rastreio da LPCC, 62,8% das mulheres que recebem a convocatória fazem o rastreio, o que coloca Portugal ao nível da média europeia.
De acordo com trabalhos científicos realizados na Europa, uma taxa de participação nos rastreios de 60% reduz a mortalidade em cerca de um terço.
A Liga desconhece os motivos que levam cerca de duas em cada cinco mulheres a não participar no rastreio, mas enumera algumas possibilidades: por já terem feito Mamografias num médico particular, por estarem já em tratamento Oncológico ou simplesmente por não estarem interessadas em fazê-lo.
Para melhorar a qualidade dos seus rastreios, a LPCC alterou a tecnologia das suas Mamografias, substituindo o método analógico pelo digital.
Fonte: Lusa
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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