Quais são as consequência do ambiente na saúde dos portugueses?

Quercus exige um Plano Nacional para o Ambiente e Saúde

29 junho 2004
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A associação ecologista Quercus exige que o Governo português elabore um Plano Nacional para o Ambiente e Saúde, com o objectivo de superar a «falta de dados» sobre os efeitos dos problemas ambientais na saúde das pessoas. N altura da Conferência Ministerial sobre Ambiente e Saúde - promovida pela Organização Mundial de Saúde e apresentada em Budapeste - os ambientalistas apontam as áreas de intervenção que deveriam ser tratadas, prioritariamente, num Plano Nacional para o Ambiente e Saúde. A poluição do ar, por exemplo, «é uma das coisas que mais preocupa; tal como a poluição química e a da água», referiu, à agência Lusa, Susana Fonseca, a representante da Quercus, na Conferência. «A falta de dados é muito grande e não existem estudos que demonstrem os seus efeitos na saúde humana», sustentou.A Quercus considera, ainda, que é muito pouco saudável a separação entre a Saúde e o Ambiente. Só para se ter uma ideia, um estudo patrocinado pela Organização Mundial de Saúde, apresentado este mês, revelou que morrem, anualmente, na Europa, cerca de 100 mil crianças e adolescentes, até aos 19 anos, devido à poluição do ar, ao consumo de água imprópria e à contaminação por chumbo. Em Portugal, não há estudos suficientes para se saber as consequências dos poluentes na saúde humana.A mesma falta de dados verifica-se, segundo os ambientalistas, em relação ao efeito de determinadas substâncias químicas na saúde humana.Fonte: Diário de Notícias

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