Pulsação pode indicar risco de Enfarte em mulheres

Estudo publicado na revista “British Medical Journal”

10 fevereiro 2009
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A simples verificação do pulso de uma mulher pode ser útil para determinar a probabilidade de ela vir a sofrer de um enfarte do miocárdio, sugere um estudo publicado na revista “British Medical Journal”.  

 

Investigadores do laboratório farmacêutico AstraZeneca analisaram, ao longo de sete anos, cerca de 129 mil mulheres pós-menopausícas que não tinham registo de problemas cardíacos.  

 

Os cientistas verificaram que as mulheres que apresentavam em repouso batimentos cardíacos mais acelerados – acima de 76 por minuto – tinham uma probabilidade significativamente maior de vir a sofrer um enfarte do miocárdio: 1,6 vezes mais, quando comparadas com as que apresentavam um ritmo cardíaco inferior a 62 batimentos por minuto.  

 

Também foi verificado que as mulheres que apresentavam um batimento cardíaco mais acelerado estavam acima do peso aconselhado, tinham tensão alta, níveis elevados de colesterol, consumiam mais gordura saturada e apresentavam uma maior incidência de diabetes, tabagismo e depressão.  

 

O estudo refere, no entanto, que a associação entre a pulsação elevada e o risco de enfarte foi menor do que a associação registada em estudos anteriores entre pulsação alta e tabagismo e entre pulsação elevada e diabetes. Contudo, acrescentaram os cientistas, citados pela BBC, a força desta associação é "suficientemente grande para ter significado clínico".  

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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