PSP E PJ estudam stress pós-traumático nos seus agentes
28 julho 2001
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Os agentes da PSP destacados em missões internacionais estão a ser alvo de testes para determinar eventuais casos de "stress pós-traumático", uma doença a que a PJ está também atenta.
 

 

Quanto à PSP, os testes aos agentes estão a ser realizados tanto à partida, como no regresso das missões.
 

 

Segundo a Polícia de Segurança Pública, o stress pós- traumático pode ser motivado não só pela tensão de um conflito armado, mas também pelo isolamento, distanciamento e dificuldades de comunicação com o lar.
 

 

Por seu lado, o Gabinete de Psicologia da Polícia Judiciária já admitiu que, por vezes, os estados de depressão e de grande desmotivação estão associados ao trabalho sob pressão (stress quantitativo) e ao sentimento de falta de tempo e de capacidades (stress qualitativo).
 

 

O Gabinete assegura ainda que são os incidentes críticos mortais, como os de viação ou confronto em situações de particular violência, os mais susceptíveis de ocasionar manifestações de stress pós-traumático.
 

 

Outro tipo de stress pós-traumático já teve a atenção do Governo.
 

 

Trata-se do stress causado pela Guerra Colonial, para o qual o Executivo de António Guterres quer criar uma rede nacional de apoio e detecção.
 

 

Porém, algumas associações militares têm vindo a afirmar que nada tem sido feito na prática para levar avante os objectivos propostos.
 

 

Lusa
 

 

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