Prozac: Laboratório nega ter escondido informações

Farmacêutica insiste que não ocultou provas

07 janeiro 2005
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O laboratório farmacêutico Lilly, fabricante do anti-depressivo Prozac, anunciou quinta-feira que os documentos alegadamente desaparecidos que associavam o consumo do medicamento a episódios de violência foram produzidos pela empresa e não contêm nenhuma novidade. A Lilly garante que não ocultou quaisquer estudos, mas admite que os documentos reiteram que 18 a 40 por cento dos doentes tratados com Prozac podem desenvolver comportamentos que podem levar ao suicídio.
 

 

Os documentos em questão foram publicados pela revista médica «British Medical Journal», a 1 de Janeiro, e apresentados como tendo sido ocultados pela multinacional por conterem dados que associam o Prozac, um dos anti-depressivos mais vendidos no mundo, a um conjunto de efeitos secundários violentos que podem levar ao suicídio.
 

 

Ontem, em conferência de imprensa, o director médico da Lilly Portugal, Luís Laranjeira, informou que apenas a quarta-feira os documentos em causa chegaram ao conhecimento da farmacêutica, admitindo que são fruto do trabalho da própria farmacêutica e têm origem num caso judicial.
 

 

Fontes: Lusa, Público
 

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