Protesto dos médicos no Hospital de Cascais leva à transferência de grávidas
01 agosto 2001
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A recusa dos médicos do Centro Hospitalar de Cascais em prestarem mais do que 12 horas extraordinárias em urgência levou ontem à transferência de duas grávidas para o Hospital de São Francisco Xavier.
 

 

Segundo o médico anestesiologista do Hospital de Cascais, João Lopes, as transferências referiram-se a mulheres que iam iniciar o trabalho de parto e que a unidade de Cascais não tinha condições de assistir, já que apenas se encontrava de serviço um anestesista.
 

 

A recusa dos clínicos em prestarem serviço na urgência para além das 12 horas extra a que são legalmente obrigados surge porque o Centro Hospitalar de Cascais não começou ainda a aplicar um novo regime remuneratório dos clínicos, publicado em Março.
 

 

O Centro está agora a assistir apenas casos de emergência comprovada, estando o serviço de urgência “paralisado” nas especialidades de anestesia, cardiologia, cirurgia, medicina interna e ortopedia, situação que vai manter-se até que haja entendimento sobre as remunerações.
 

 

Lusa
 

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