Proibição de gastos-extra das administrações hospitalares

Despacho do ministro da Saúde

30 agosto 2006
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O ministro da Saúde proibiu as administrações hospitalares de fazerem gastos além dos necessários ao tratamento dos doentes e, num despacho assinado este mês, critica as direcções por despesas sumptuosas.
 

 

O documento determina que "até ao final do corrente ano, os conselhos de administração dos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde estão impedidos de realizar quaisquer despesas que não estejam directamente relacionadas com a missão prosseguida ou com o objecto daqueles estabelecimentos de saúde".
 

 

Embora a decisão ministerial seja justificada com o "esforço que a todos é exigido para o equilíbrio das contas públicas", no preâmbulo do despacho António Correia de Campos tece críticas às decisões das administrações hospitalares em gastos efectuados.
 

 

De acordo com o ministro, "não parece possível qualificar certas despesas, como a aquisição de novas viaturas para uso pessoal da administração, ou a mudança de mobiliário e a aquisição de dispendiosos elementos decorativos, para dar apenas alguns exemplos, como despesas essenciais ou indispensáveis".
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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