Programa nacional de acção contra a Mutilação Genital Feminina

Iniciativa reúne contributos de vários sectores da sociedade

10 fevereiro 2009
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A Associação para o Planeamento da Família (APF) e a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) apresentaram, sexta-feira passada, o Programa de Acção contra a Mutilação Genital Feminina (MGF), uma iniciativa que reúne contributos de vários sectores da sociedade portuguesa, e cuja linha de actuação tem por objectivo garantir o respeito pelos direitos humanos.
 

 

"Este programa foi desenvolvido durante o último ano por representantes de vários sectores e contém as directrizes e as medidas gerais para uma actuação a nível nacional" contra a mutilação genital, disse à agência Lusa Yasmin Gonçalves, da Associação para o Planeamento da Família.
 

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) identificou a prática da mutilação genital feminina em, pelo menos, 28 países do continente africano. Portugal é considerado pela OMS como um país de risco devido às comunidades de imigrantes, mas Yasmin Gonçalves disse à agência Lusa não poder confirmar a existência desta prática no país.
 

 

O Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina foi assinalado no sábado passado, pela segunda vez em Portugal, com uma sessão que contou com a presença de representantes do Governo português, da Organização Mundial de Saúde e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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