Programa de detecção precoce ao cancro da próstata em balanço

Quase três mil portugueses já foram rastreados no Hospital do desterro

06 fevereiro 2003
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Cerca de 2841 portugueses submeteram-se ao rastreio do cancro da próstata, levado a cabo pelo Serviço de Urologia do Hospital do Desterro, em Lisboa, uma iniciativa que teve início durante todo o ano de 2001. Apesar de ser um tumor comum nos homens, os portugueses continuam a aderir pouco aos programas de detecção precoce do cancro da próstata, refere um comunicado do próprio hospital. No último ano, os resultados obtidos por este programa de rastreio voltaram a registar valores tidos como preocupantes pelos especialistas. Os resultados de todo o trabalho vão ser hoje, quinta-feira, apresentados no serviço de urologia do hospital
 

 

Segundo estudos internacionais, cerca de um terço da população com mais de 65 anos sofre de doenças da próstata.
 

 

O cancro e a hiperplasia benigna da próstata (HBP) são duas das doenças mais comuns no homem com mais de 50 anos. O cancro da próstata é a principal causa de morte por tumor nos homens adultos europeus, enquanto que a HBP é responsável por 10 mil cirurgias anuais.
 

 

O diagnóstico precoce, com o apoio do PSA, é a solução defendida pelos especialistas, a fim de diminuir a mortalidade e morbilidade provocadas por estas doenças.
 

 

Segundo as estatísticas, cerca de 35 por cento dos doentes vêm-se forçados a reduzir o ingestão de líquidos antes de dormir ou até antes de uma viagem. As insónias são também outro dos problemas que afecta este tipo de doente.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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