Profilaxia prolongada pode reduzir infecção por HIV em crianças amamentadas

Estudo publicado no “New England Journal of Medicine”

05 junho 2008
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Uma profilaxia antirretroviral prolongada reduz o risco de infecção por HIV em crianças amamentadas por mães seropositivas, segundo um ensaio clínico efectuado no Malawi, e cujos resultados foram publicados na edição on-line do “New England Journal of Medicine”.
 

 

O ensaio clínico, efectuado por investigadores da Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, nos EUA, e da Escola de Medicina da Universidade do Malawi, abrangeu 3.016 crianças filhas de mães seropositivas do Malawi durante dois anos. Todos os recém-nascidos tinham recebido os cuidado profilácticos padronizados, ou seja, uma simples dose de nevirapina (NVP) e um tratamento de uma semana de zidovudina (ZDV).
 

 

Uma parte destas crianças foi depois tratada durante 14 semanas com NVP, enquanto um outro grupo recebeu durante o mesmo período uma combinação dos dois antirretrovirais (NVP e ZDV).
 

 

De acordo com o estudo, as crianças que beneficiaram de uma profilaxia prolongada obtiveram taxas de infecção por HIV cerca de duas vezes mais baixas do que as crianças que apenas receberam o tratamento padronizado.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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