Processo de cura do cancro deve ser acelerado

Defende o presidente do Conselho Científico da Fundação Champalimaud

07 outubro 2010
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É necessário acelerar o processo de cura do cancro e não pensar nos erros que serão sempre menores dos que o número de pessoas que morrem desta doença, defende o presidente do Conselho Científico da Fundação Champalimaud.

 

Em conferência de imprensa, veiculada pela agência Lusa, James Watson estabeleceu na terça-feira passada, durante a inauguração do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, em Lisboa, dez anos como a data-limite ʺpara mudar a natureza do tratamento do cancroʺ.

 

ʺHá muito para tentar e temos que fazê-lo o mais depressa possível. O principal é atacar o cancro, quando o detectamos, com muitas coisas ao mesmo tempo. Não devemos esperar que um fármaco falhe, temos que testar muitosʺ, defendeu o Nobel da Medicina.

 

O director do Centro Champalimaud do Cancro, Raghu Kalluri, também defende que o cancro deve ser combatido ʺcom tudo. É uma guerra contra o cancro, não uma batalha e, como numa guerra, é preciso lutar com tudo o que estiver disponívelʺ, acrescenta.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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