Primeiro Congresso Internacional sobre a arte, cérebro e linguagens

Encontro realiza-se hoje na Fundação Calouste Gulbenkian

06 novembro 2007
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A estimulação artística pode contribuir para desenvolver capacidades nas pessoas com vários tipos de deficiência, de acordo com estudos multidisciplinares a apresentar esta terça-feira no primeiro Congresso Internacional sobre Arte, Cérebro e Linguagens.
 

 

Esta conferência é uma confluência de várias áreas científicas, como a Neuropsicologia, Arte-terapia, ciências musicais e a linguística, a trabalhar para os mesmos fins no campo da reabilitação e da educação. No encontro, que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, vão ser apresentados resultados de investigações que tiveram início há cinco anos.
 

 

Entre os vários investigadores participantes encontram-se Luca Tucini, Neurobiólogo da Universidade de Trieste (Itália), cuja intervenção vai partir da pergunta "o que pode a arte revelar acerca do cérebro?", Joaquim Quintino-Aires, Neuropsicólogo, Psicólogo Clínico e Psicoterapeuta, e Dahlia Zaidel, professora catedrática de Psicologia e Neurociência Comportamental na Universidade da Califórnia, que vão debruçar-se sobre a ligação entre a arte e patologias da linguagem.
 

 

Durante o encontro vai estar patente ao público uma exposição, denominada Arte & Inclusão, a qual representa obras de artistas com graves problemas motores e também pacientes com patologias do foro mental.
 

 

Fonte: Lusa
 

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