Prevalência de VIH/sida na prisão mais alta nas mulheres

Dados do relatório "Sida em Meio Prisional"

01 maio 2008
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A prevalência da infecção por VIH/sida em ambiente prisional é mais alta nas mulheres (9,9%) do que nos homens (8,9%), revela o relatório "Sida em Meio Prisional".
 

 

O estudo, que incide sobre os estabelecimentos prisionais de Tires e do Montijo, surge na sequência de um protocolo estabelecido entre a Fundação Calouste Gulbenkian, a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais, o Instituto da Droga e da Toxicodependência e a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.
 

 

O resultado do inquérito refere que cerca de 40% dos reclusos declaram não ter informação suficiente em relação à infecção VIH/sida. E mais de dois terços dos indivíduos que dizem ter tido relações sexuais nos três meses anteriores afirmam também não ter usado preservativo na última relação.
 

 

Além disso, 36% dos homens e 10% das mulheres referiram ter tido mais de um parceiro neste período.
 

 

Cerca de 71% das mulheres e 51% dos homens também referiram já ter feito o teste para determinação da infecção pelo VIH, sendo o motivo mais frequentemente a vontade do próprio inquirido. A infecção foi considerada muito importante pela quase totalidade dos inquiridos, mas aproximadamente 20% destes afirmaram estar pouco ou nada preocupados.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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