Preservativos nas escolas protege quem começa vida sexual

Sexo entre adolescentes não aumenta, revela estudo

14 setembro 2003
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Disponibilizar preservativos nas escolas não contribui para
 

o aumento da actividade sexual entre os adolescentes, mas protege aqueles que já iniciaram a vida sexual de doenças sexualmente transmissíveis, revelou um estudo que envolveu mais de quatro mil alunos de estabelecimentos do ensino secundário do estado do Massachusetts, nos Estados Unidos.
 

 

«O facto de os preservativos estarem ao alcance de todos não está associado ao aumento da actividade sexual, mas sim a uma maior utilização entre aqueles que já iniciaram a sua vida sexual, o que é um resultado muito positivo» considera Susan Blake, do Departamento de Prevenção e Saúde Comunitária da Universidade George Washington de Washington D.C. «Se os preservativos estiverem disponíveis e forem usados correctamente, são um dos meios mais seguros de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e de gravidezes indesejadas», acrescentou.
 

 

Aproximadamente metade dos adolescentes do 9º ao 12º ano revelaram já ter tido relações sexuais, e 60 por cento destes usaram preservativo na sua primeira relação sexual, segundo dados revelados pela pesquisa.
 

 

O facto de disponibilizar preservativos nas escolas suscitou alguma controvérsia entre a comunidade do estado do Massachusetts. No entanto, nas escolas em que foi implementada esta acção, não se verificou um aumento da actividade sexual entre os adolescentes. Além disso, aqueles que já tinham iniciado a vida sexual, passaram a utilizar com maior frequência o preservativo.
 

 

Leia tudo no: Lusa
 

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