Preservativo: Só 14% dos portugueses é utilizadora

Dados do 4.º Inquérito Nacional de Saúde

07 setembro 2007
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Apesar dos inegáveis avanços verificados ao nível do Planeamento Familiar e da contracepção ao longo dos últimos anos, os portugueses continuam a utilizar pouco o preservativo. Prova disso é o facto de, na última década, a percentagem de utilizadores deste método se ter mantido quase inalterada, rondando uns meros 14%.
 

 

Os principais resultados do 4.º Inquérito Nacional de Saúde (INS) recentemente divulgados apontam para uma percentagem de 13,4% de utilizadores quando no último Inquérito à Fecundidade e Família (de 1997) era de 14%.
 

 

Espanha também serve de comparação para a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida, que no último relatório de actividades nota que em 2005 se venderam em Portugal 16,1 milhões de preservativos, mais 2,48% do que em 2004, mas "ainda longe dos 129,5 milhões de preservativos vendidos em Espanha para o mesmo período". O que se traduz num "consumo anual médio per capita de 3,1 em Espanha e 1,6 em Portugal".
 

 

Ainda que os dois estudos referidos não sejam estritamente comparáveis (porque o Inquérito de Saúde não exclui os casos de mulheres sem actividade sexual, grávidas, inférteis), permitem perceber que a pílula continua a ser o método contraceptivo de eleição. Aliás, a percentagem de utilizadoras também quase não variou entre 1997 (67%) e o último INS (65,9%).
 

 

Fonte: Público
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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