Preservativo deu lugar a luvas cirúrgicas mais seguras

Têm duas camadas e são feitas de material termoplástico

28 março 2003
  |  Partilhar:

Unidades cirúrgicas e outros serviços hospitalares, equipas de emergência e de assistência humanitária podem ganhar um maior grau de segurança no exercício da sua actividade, com o resultado de uma pesquisa europeia. Umas luvas médicas biocidas vão começar a ser fabricadas em França, em escala industrial, após anos de investigação feita em unidades científicas de diversos países e com apoio da Comissão Europeia.
 

 

 

A ideia inicial teve como desafio a criação de um preservativo que pudesse ser eficaz contra o vírus da sida, «matando-o» no caso de haver rompimento do latex. No entanto, a hipótese de os agentes a usar como biocidas serem prejudiciais para os órgãos sexuais femininos, bem como outras dificuldades práticas, acabaram por fazer desviar a ideia para a produção de luvas cirúrgicas.
 

 

O princípio desta forma acrescentada de protecção é o de colocar duas camadas de um material elástico, ensanduinchando nelas uma emulsão de agente desinfectante, sob a forma de gotículas. Se uma agulha ou instrumento cirúrgico picar a luva, o agente activo mistura-se de imediato com o fluído contaminado nos pontos do contacto.
 

 

Tudo isto em milésimos de segundo. A emulsão que agisse assim e que também formasse gotas ínfimas foi encontrada a partir de amónios quaternários, usados como germicidas, emulsionantes e hidratantes.
 

 

Fonte:Diário de Notícias
 

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.