Preservativo anti-violações

Sul-africana inventa profilático feminino para ajudar mulheres em risco

07 setembro 2005
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Uma sul-africana apresentou este mês um preservativo feminino concebido com o intuito de diminuir o alto índice de violência sexual no país --cerca de 50 mil violações são registadas por ano, mas as entidades oficiais dizem que o número pode ser quatro vezes maior.
 

 

Chamado de "rapex", o preservativo fica preso ao pénis do violador [como uma ratoeira]. A invenção é feita em látex e com farpas afiadas de metal e só pode ser removida através de cirurgia. O "rapex" também é capaz de proteger a mulher de contrair o vírus HIV ou engravidar do violador. Uma em cada nove pessoas é portadora do vírus da Sida na África do Sul.
 

 

O lançamento do preservativo, que é introduzido na vagina como os tampões absorventes íntimos, provocou uma grande polémica na África do Sul. Entidades oficiais temem que a invenção aumente a violência dos violadores contra as mulheres. Outros dizem que é uma ideia medieval e bárbara. Uma acusação que a inventora, Sonette Ehlers, de 57 anos, responde, argumentando que esses fundamentos devem ser dirigidos aos violadores.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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