Preservar a qualidade do ar no interior dos locais fechados
03 junho 2005
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O tabaco é o principal poluidor do ar interior de um edifício, mas a ele juntam-se agentes que encaramos normalmente como inócuos, tais como as alcatifas, as tintas e os detergentes que usamos para limpar.
 

 

«Devíamos usar os transportes públicos e deixar de fumar», resumiu assim Henrique Barros, epidemiologista da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em declarações à Agência Lusa, apontando sinteticamente o dedo aos dois principais poluidores do ar.
 

 

O especialista salientou que um indicador de que o ar interior dos nossos edifícios pode não estar assim tão saudável é o aumento da asma nos últimos anos, uma doença inflamatória crónica das vias aéreas que se caracteriza pela sensibilidade aumentada a inúmeros estímulos, entre os quais os provocados pela concentração de poluentes.
 

 

Para melhorar a qualidade do ar interior, além da abolição de materiais e hábitos poluentes, há ainda que dar atenção a factores como a eficácia da ventilação, a purificação e filtração do ar e, naturalmente, garantir periodicamente a limpeza e desinfecção das unidades de tratamento do ar e das redes de condutas.
 

 

Caso contrário, podemos correr o risco de habitar ou trabalhar num edifício doente, cujos efeitos sobre a saúde incluem dores de cabeça, cansaço, irritação dos olhos e mucosas, congestão nasal e má disposição generalizada, física e psicológica.
 

 

Fonte: Lusa
 

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