Prescrição de placebo por internistas e reumatologistas norte-americanos

Estudo publicado na revista BMJ

20 novembro 2008
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Os tratamentos de placebo são comuns e vistos como eticamente permissíveis para internistas e reumatologistas norte-americanos, aponta um estudo publicado na revista British Medical Journal (BMJ).
 

 

O estudo refere que os médicos não são totalmente transparentes com os seus pacientes sobre o uso de placebo e misturam motivações para recomendar tais tratamentos.
 

 

No estudo participaram 1200 médicos internistas e reumatologistas dos EUA.
 

 

Cerca de metade dos participantes relatou prescrição regular de tratamento através de placebo (46-58%). Muitos médicos (62%) acreditam que tal prática é eticamente permissível. Poucos informaram o uso de comprimidos de açúcar como tratamentos de placebo, enquanto grande parte dos clínicos relatou o uso de analgésicos e vitaminas como placebo no último ano. Uma pequena, mas notável, parcela informou uso de antibióticos (13%) e sedativos (13%) como placebo.
 

 

A maioria dos médicos (68%) que prescreveu tratamentos -placebo descreveu ao paciente como uma terapia potencialmente benéfica para a sua condição; raramente explicitavam que o que estavam a prescrever era placebo (5%).
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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