Prémio da Medicina para Brenner, Horvitz e Sulston

«Regulação genética da organogénese e da morte celular programada»

06 outubro 2002
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O Prémio Nobel da Medicina 2002 foi hoje atribuído a dois investigadores britânicos e um norte-americano pela sua descoberta da "Regulação genética da organogénese e da morte celular programada".
 

 

Estes investigadores identificaram genes que regulam o desenvolvimento de órgãos e a morte das células.
 

 

Os laureados são Sydney Brenner (Reino Unido), Robert Horvitz (USA) e John E.Sulston (Reino Unido).
 

 

O Instituto Karolinska de Estocolmo, encarregado de atribuir os Nobel da Medicina, indicou que os três especialistas merecem o Prémio por terem identificado os genes mais importantes no momento de regular o desenvolvimento dos órgãos e o chamado "suícidio celular".
 

 

O Britânico Sydney Brenner, 75 anos, trabalha na Universidade de Berkeley (EUA), o norte-americano Robert Horvitz, 55 anos, no Instituto de Tecnologia de Cambridge, Massachusets, e John E.Sulston, 75 anos, britânico nascido na África do Sul, no Sanger Center de Cambridge (Reino Unido).
 

 

Em 2001, o Nobel da Medicina distinguiu o professor norte- americano Leland Hartwell, conjuntamente com os investigadores britânicos Timothy Hunt e Paul Nurse.
 

 

Hartwell é visto pelos seus pares como um pioneiro da compreensão do processo de divisão celular.
 

 

Fonte: Lusa
 

 

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