Preço dos preservativos leva a um decréscimo das vendas nas farmácias

Dados da Coordenação Nacional de Luta contra a SIDA

23 janeiro 2009
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O preço dos preservativos nas farmácias está causar uma diminuição na sua compra, mas isso não significa que o seu uso tenha diminuído, explicou ao jornal “Diário de Notícias” o presidente da Coordenação Nacional de Luta contra a SIDA.
 

 

Em 2008 foram vendidas 663 mil embalagens de preservativos nas farmácias portuguesas, menos 10% do que no ano anterior, segundo dados avançados pelo jornal “Diário de Notícias”.
 

 

Para Henrique Barros, coordenador da luta contra o VIH/SIDA, a descida deve-se sobretudo ao facto das farmácias venderem mais caro do que outros locais.
 

 

Por essa razão, adiantou Henrique Barros ao mesmo jornal, a sua instituição faz acordos com grandes superfícies comerciais para conseguir preços mais baixos.
 

 

Contudo, a maior aposta tem passado pelo aumento da distribuição gratuita dos contraceptivos (7,5 milhões, em 2008).
 

 

Deste modo, resume o responsável, esta descida de vendas não significa uma diminuição do uso.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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