Poucas reacções adversas aos medicamentos são reportadas às autoridades

Estudo da Universidade do Porto

08 setembro 2009
  |  Partilhar:

Apenas 10% das reacções adversas aos medicamentos são reportadas às entidades nacionais de farmacovigilância, concluiu um estudo efectuado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).

 

Em Portugal, o mecanismo de farmacovigilância (detecção, registo e avaliação das reacções adversas a medicamentos e dispositivos médicos) começa com o preenchimento, pelos profissionais de saúde, de um formulário do INFARMED. Mas, apesar de esta ser uma importante fonte de alerta do risco de certos fármacos, o seu uso situa-se abaixo do desejado, refere o estudo liderado pela investigadora Inês Ribeiro Vaz.

 

O estudo incidiu sobre 11 hospitais e quatro centros hospitalares do Norte do país. Com a promoção de intervenções junto da comunidade médica e farmacêutica, quer através de acções de formação quer através de acções de sensibilização feitas por telefone, a investigadora verificou como resultado uma triplicação da quantidade de notificações espontâneas dos efeitos secundários dos medicamentos.

 

As reacções adversas graves podem causar incapacidade motora, anomalia congénita e morte, entre outras complicações.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.