Portugueses podem vir a ter “testamento vital”

Associação Portuguesa de Bioética apresenta proposta à Assembleia da República

16 setembro 2006
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Os portugueses poderão recusar legalmente submeter-se a tratamentos médicos com vista ao prolongamento da fase terminal de doença ou a manobras de reanimação se o Parlamento aceitar uma proposta a apresentar pela Associação Portuguesa de Bioética (APB). De acordo com Rui Nunes, presidente da APB, o que se pretende é "dar a hipótese de cidadãos conscientes fazerem as suas escolhas para o caso de virem a estar inconscientes e, desta forma, verem respeitada a sua vontade". Se a proposta der origem a legislação, o cidadão que se faça acompanhar de um "testamento vital" deverá ver respeitada a sua recusa em receber determinados tratamentos, como manobras de reanimação, ligação ao ventilador durante o Coma Irreversível, tratamentos de Quimioterapia e Radioterapia ou Transfusões de Sangue. O cidadão pode ainda nomear um "procurador de saúde, através de um documento que atribui poderes a um procurador para tomar decisões em matéria de saúde em nome da pessoa que o nomeia quando esta deixe de estar em condições de expressar a sua vontade". Fonte: Lusa MNI-Médicos Na Internet

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