Portugueses pessimistas sobre sustentabilidade da segurança social

Estudo de uma empresa de seguradoras mutualistas

23 março 2010
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Mais de metade dos portugueses estão pessimistas quanto à sustentabilidade do sistema de segurança social e quanto ao futuro das suas reformas, revela um estudo de uma empresa mediadora de seguros.

 

Os resultados do inquérito, apresentado na semana passada, no âmbito da oferta de seguros de saúde e de reforma, permitiu saber que 54% dos portugueses se mostram "declaradamente pessimistas" sobre a sustentabilidade da segurança social e sobre o futuro das suas reformas, enquanto 81% dizem "não confiar" na sustentabilidade do sistema e manifestam-se apreensivos face ao futuro das suas reformas.

 

A EUROPAMUT, empresa que em Portugal representa a seguradora mutualista francesa MGEN (Saúde) e a belga Integrale (Reforma), encomendou no final de 2009 um estudo à Mibrand Intelligence Unit, tendo a amostra, composta por 600 inquiridos, incluído apenas pessoas com idades superiores a 25 anos e que residiam em Portugal continental.

 

O estudo permitiu ainda concluir que 77% dos inquiridos não vê com optimismo a situação económica em Portugal, o que constitui mais um motivo para a EUROPAMUT introduzir neste mercado planos mutualistas de protecção da saúde para o agregado familiar, argumenta a empresa em comunicado de imprensa citado pela agência Lusa.

 

Estima-se que, em Portugal, cerca de dois milhões de pessoas beneficiem de seguros de saúde privados.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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