Portugueses não reconhecem perigos do sol para os olhos

Estudo da “Healthy Sight Survey”

06 maio 2010
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Oitenta e cinco por cento dos portugueses não reconhecem os perigos dos raios ultravioletas (UV) para os olhos, revela o estudo internacional “Healthy Sight Survey”, da Transitions Optical.

 

O problema agrava-se porque, segundo o estudo, os portugueses são dos povos europeus que mais tempo passam ao ar livre: 40 horas por semana, seguindo-se os espanhóis com 30 horas.

 

“Seja em que altura do ano for, o objectivo é sempre bloquear o acesso dos raios ultravioleta aos nossos olhos, uma vez que são eles os potenciais responsáveis pelas lesões da retina, queratite (inflamação) na córnea, pela progressão das cataratas e pelo melanoma ocular”, explicou Luís Gouveia Andrade, da CUF Infante Santo, ao jornal “Diário de Notícias”.

 

Segundo os médicos, é também fundamental usar óculos escuros, comprados em lojas certificadas, dado que os adquiridos noutros locais não protegem convenientemente os olhos e até podem provocar problemas de saúde.

 

Embora os óculos de sol devam ser sempre usados, eles são essenciais em locais que reflectem muita luz, como a neve, areia e água. O seu uso também é indicado para pessoas cuja medicação aumenta a sensibilidade à luz. Nas crianças, dado ainda não terem os olhos completamente formados, os cuidados têm de ser redobrados e o uso de óculos de sol é imprescindível.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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