Portugueses inovam na manipulação terapêutica de anticorpos

Projecto da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

22 abril 2007
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Um laboratório de investigação português está a desenvolver um trabalho inovador na manipulação de anticorpos para combater doenças como a Sida ou o Cancro, sem os efeitos nefastos das terapias tradicionais.
 

 

Criado há pouco mais de dez anos, mas a funcionar em pleno há três, o Centro de Patogénese Molecular (CPM) da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa é o único grupo em Portugal que trabalha nesta área, onde se posiciona ao nível mais avançado em todo o Mundo, segundo refere o seu responsável, o professor João Gonçalves.
 

 

Este trabalho de ponta, direccionado actualmente para combater vírus e células cancerígenas em patologias como a Sida, o Cancro do Pâncreas ou a Doença de Crohn, tem sido desenvolvido em colaboração com investigadores e empresas dos EUA, onde João Gonçalves estudou e trabalhou durante dez anos.
 

 

João Gonçalves, doutorado em Ciências Farmacêuticas, no ramo de Microbiologia, tem trabalho desenvolvido além-fronteiras, nomeadamente na Harvard Medical School de Boston (Massachusetts) e no Cold Spring Harbour Laboratory de Nova Iorque.
 

 

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