Portugueses desconhecem riscos da arritmia cardíaca

Estudo alerta para necessidade de mais informação aos utentes

27 fevereiro 2009
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Apenas 5,4% dos portugueses relaciona morte súbita com as arritmias cardíacas, revela um estudo realizado pelo Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE) e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI´s (APPPC).
 

 

O estudo inquiriu uma amostra de 771 pessoas com mais de 18 anos, residentes em Portugal continental.
 

 

Nove em cada dez portugueses disse desconhecer que as arritmias cardíacas podem ser fatais e apenas uma minoria (2,6%) admite estar preocupada com esta doença, a principal causa de morte súbita.
 

 

O estudo indica que 39,3% dos portugueses não reconhece qualquer sintoma associado às arritmias cardíacas, enquanto 81,6% afirma já ter ouvido falar desta doença. Apesar de serem a primeira causa de mortalidade em Portugal, apenas um em cada 10 portugueses elege as doenças cardiovasculares como as mais graves no contexto de outras patologias.
 

 

Com o intuito de sensibilizar a população em geral para o problema, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes, as três associações apresentaram, na semana passada, uma campanha denominada “Bate, bate coração”. Além da distribuição do material informativo nos hospitais e de acções de esclarecimento, a campanha reúne todas as informações no seu sítio oficial: www.batebatecoracao.com.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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