Portugueses consomem poucos cereais integrais

Estudo revela grande desconhecimento sobre a importância de comer alimentos completos

24 setembro 2002
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Dezoito por cento não sabem do que se trata e 49 por cento só ouviram falar. O número de portugueses que conhecem exactamente os benefícios dos cereais integrais é de uns escassos 8 por cento. Estes resultados constam de um estudo de mercado encomendado pela multinacional do ramo alimentar Nestlé. Realizado entre 14 de Março e 4 de Abril deste ano junto de 1007 adultos com idades superiores a 15 anos e residentes em todo o país, o trabalho serviu para preparar a introdução no mercado de uma gama de cereais integrais dirigidos dominantemente a um público adulto.
 

Para os consumidores, a diferença entre cereais integrais e refinados é pouco perceptível ou não existe de todo.
 

 

Confrontados com a pergunta "O arroz e o pão escuro fazem melhor do que a versão branca", 27 por cento dos homens e 22 por cento das mulheres não sabia responder. Por outro lado, 18 por cento dos inquiridos do sexo masculino e 16 por cento do sexo feminino discordaram da afirmação.
 

 

O consumo de cereais integrais regista resultados ainda mais desanimadores. Assim, 39 por cento das pessoas declarou não consumir nenhuma dose daquele produto - 46 por cento de homens e 31 por cento de mulheres. Por outro lado, 32 por cento dos inquiridos declararam ingerir uma dose por dia. Apesar destes resultados, uma larga maioria de inquiridos reconheceu que os cereais integrais são bons para o sistema digestivo (66 por cento) e ajudam a manter o coração saudável (60 por cento).
 

 

Veja mais no: Público
 

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