Portugueses comem melhor
21 maio 2002
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Os portugueses alimentam-se melhor do que há 30 anos: em quantidade e em qualidade. Mas têm outros perigos: a produção industrial dos alimentos; a restauração colectiva e o aumento de pessoas com o sistema imunitário debilitado. Um problema pode afectar milhões de consumidores e os cientistas pedem que respeitem os pareceres, uma das exigências do seminário "Qualidade e Segurança Alimentar, no Instituto Superior de Agronomia.
 

 

Quem diz que há 20/30 anos é que a alimentação era boa, não sabe do que fala. As pessoas alimentavam-se mal: em quantidade e em qualidade. O leite era adulterado e a água, impura, por exemplo. As afirmações são do agrónomo Manuel Chaveiro Soares, coordenador do seminário "Qualidade e Segurança Alimentar", realizado pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA).
 

 

Actualmente, existe uma maior variedade de produtos, melhores mecanismos de controlo e de fiscalização, mais informação e os consumidores são, também, mais exigentes. O que não quer dizer que haja "risco zero", salienta Manuel Chaveiro Soares, responsável pela disciplina de nutrição humana no ISA.
 

 

A primeira Balança Alimentar portuguesa, do Instituto Nacional de Estatística, em 1938, indicava que cada português consumia uma média de 2500 quilocalorias por dia. Hoje, esse valor andará à volta das 3800.
 

 

Veja mais em: Diário de Notícias
 

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