Portugueses abdicam de medicamentos essenciais devido à subida de preços

Estudo realizado pela empresa Spirituc-Investigação Aplicada

12 abril 2011
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Como resultado das alterações no regime de comparticipação dos medicamentos, cerca de 3,5 milhões de portugueses viram-se obrigados a fazer cortes no consumo de medicamentos essenciais à sua saúde, concluiu o barómetro bianual BOP Health “Os Portugueses e a Saúde”.
 

O estudo, ao qual a agência Lusa teve acesso, e que foi desenvolvido pela empresa Spirituc-Investigação Aplicada, em parceira com a consultora Guess What PR, revelou que mais de 60% dos portugueses tomaram, pelo menos, por uma vez, um genérico ao longo do último ano.
 

Destes, 72,2 % sentem-se satisfeitos ou muito satisfeitos com os genéricos, espelhando um aumento da confiança relativa a este tipo de medicamento, sendo a população com um nível de instrução mais elevado aquela que revelou maior adesão a estes fármacos.
 

De acordo com o estudo, no segundo semestre do ano passado, cerca de 40% dos portugueses consideraram que o estado da saúde em Portugal era mau ou muito mau e 48,5% da população apreciou de forma negativa a gestão que o Ministério da Saúde faz dos dinheiros públicos.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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