Portugal tem 23 doutorados em malária
09 abril 2002
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A participação de Portugal na construção da "parceria europeia-africana para ensaios clínicos contra doenças relacionadas com a pobreza" já está a servir para conhecer em profundidade o quadro nacional de investigação nas áreas da tuberculose, malária e sida. Ainda na fase de recolha de dados, já foi possível saber que pelo menos 23 doutorados trabalham em malária nas instituições públicas e privadas espalhadas pelo País e que, neste momento, estão a decorrer sete doutoramentos.
 

 

No âmbito da iniciativa da Comissão Europeia, o Instituto de Cooperação Científica e Tecnológica Internacional (ICCTI) criou uma infra-estrutura para apoiar não só a participação dos cientistas portugueses nos sucessivos encontros europeus como o secretariado que procede à recolha de informações por todo o País para a construção de uma tabela, explicou ao DN Virgílio do Rosário, que juntamente com Jorge Pedrosa, do Instituto de Biologia Molecular e Celular do Porto (IBMC), e Ana Margarida Miranda, do ICCTI, se desloca à conferência de Barcelona de apresentação da plataforma.
 

 

A investigação portuguesa tem incidido até agora sobretudo na pesquisa básica e modelos animais, no estudo dos mecanismos imunológicos, da epidemiologia, da resistência aos medicamentos, mas "não tem uma estação no terreno". "Vai ter", assegura o cientista. "O IHMT está a fazer acordos com Moçambique, Guiné-Bissau e talvez São Tomé para a criação desses centros."
 

 

Veja mais no: Diário de Notícias
 

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