Portugal precisa de mais engenheiros alimentares

Prevenir riscos e problemas na cadeia alimentar

15 junho 2003
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Portugal tem apenas 13 engenheiros alimentares e dois cursos específicos para esta área, disse à agência Lusa o bastonário da Ordem dos Engenheiros, que defende que o país precisa de mais especialistas.
 

 

«Portugal necessita de mais engenheiros especializados em alimentação, para facilitar a previsão de riscos ou problemas na cadeia alimentar», comentou à Lusa Francisco Sousa Soares, a propósito das primeiras jornadas de Engenharia Alimentar, que decorrem segunda-feira em Lisboa.
 

«Quando se olha para a União Europeia e para o nosso país vemos que o problema do conhecimento da cadeia alimentar é cada vez mais decisivo», disse.
 

 

Debater a importância e avaliar o papel do engenheiro alimentar é um dos principais objectivos das jornadas, onde estarão presentes o ministro da Agricultura, Sevinate Pinto, e a presidente da Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar, Isabel Meirelles, entre outros.
 

Francisco Sousa Soares estima que «nos próximos anos aumente fortemente o número de engenheiros alimentares» e reconhece que o mercado precisa.
 

 

Fonte: Lusa
 

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