Portugal ocupa penúltimo lugar da UE no âmbito da maternidade na adolescência

Dados da Associação para o Planeamento da Família

30 agosto 2007
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A maternidade na adolescência, um problema que tem vindo a diminuir, mas que em 2004 colocava Portugal no segundo pior lugar da UE-15, foi o tema de uma folha de divulgação que a Associação para o Planeamento da Família (APF) apresentou recentemente.
 

 

“Gravidez e Maternidade Adolescente – Direitos Humanos e Saúde Sexual e Reprodutiva” é o título do documento apresentado pela APF, no âmbito do projecto Rosa (Responsabilidade, Oportunidade, Solidariedade, Acção), que visa introduzir na agenda pública os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio relacionados com a saúde e direitos sexuais e reprodutivos.
 

 

Segundo esta folha informativa, a gravidez na adolescência continua a ser um problema em Portugal, apesar de o número de bebés nascidos de mães adolescentes ter diminuído de 6,24 em cada cem em 2000 para 5,04% do total de nados vivos em 2005. Ainda assim, em 2004 Portugal seguia no segundo lugar da lista dos países da UE-15 com taxas mais elevadas de gravidez entre adolescentes.
 

 

A APF lembra ainda que os números reais da gravidez adolescente no país não são completamente conhecidos devido aos abortos praticados na clandestinidade.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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