Portugal é o segundo país da UE com mais casos de gravidez na adolescência
20 maio 2002
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Portugal é o segundo país da União Europeia com mais casos de gravidez na adolescência o que, na opinião da Associação para o Planeamento da Família (APF), justifica um esforço para melhorar o conhecimento dos portugueses sobre contracepção.
 

 

Na conferência de imprensa hoje no Porto, que assinalou o início da Semana de Esclarecimento do Contraceptivo, a APF revelou ainda que uma em cada 200 jovens portuguesas entre os 15 e os 19 anos já teve uma interrupção voluntária da gravidez.
 

 

Os dados disponíveis revelam que existem "significativas franjas da população portuguesa" com baixos conhecimentos ao nível dos métodos contraceptivos.
 

 

A APF vai desenvolver durante esta semana um conjunto de iniciativas que passam pela distribuição de material de esclarecimento em fábricas, bairros sociais, largos e praças, hipermercados, centros comerciais e escolas, entre outros locais.
 

 

Semana de esclarecimento contraceptivo
 

 

Melhorar os conhecimentos da população sobre contracepção, legislação e serviços existentes em planeamento familiar é o objectivo da APF - Associação para o Planeamento da Família, que a partir de ontem promove a Semana de Esclarecimento Contraceptivo.
 

 

Até sábado, a APF, criada em 1967 e que tem como objectivos fundamentais a promoção do planeamento familiar e da educação sexual, vai promover diversas iniciativas.
 

 

Cada dia da semana vai ser dedicado a um público/local alvo, com a distribuição de material informativo e outro, pretendendo-se desta forma chegar aos grupos referidos e, com isso, minorar o problema da gravidez não desejada.
 

 

Esta iniciativa é justificada pelo facto de Portugal ocupar o segundo lugar na União Europeia em termos de gravidez na adolescência e de, segundo dados recentes, uma em cada 200 jovens entre os 15 e os 19 anos já ter passado por uma interrupção voluntária da gravidez.
 

 

Estudos disponíveis a indicar que ainda existe parte da população portuguesa com baixos conhecimentos ao nível dos métodos contraceptivos e, em consequência, com práticas contraceptivas inseguras devido ao não uso, ao uso irregular ou uso incorrecto da contracepção, é outra razão para motivar esta Semana.
 

 

Fonte: Lusa
 

 

 

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