Portugal com pouco apoio a deficientes

Director Segurança Social Lisboa considera determinante inverter a situação

09 maio 2003
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Portugal tem índices muito baixos de apoio à população deficiente, afirmou ontem na Guarda o director do Centro Distrital de Segurança de Lisboa, Carlos Andrade.
 

 

O responsável (ex-vereador do PSD na Câmara Municipal da Guarda, actual vice-presidente da Associação Portuguesa de Segurança Social e vice-provedor da Misericórdia de Faro) falava numa conferência sobre «Deficiência, Instituições Particulares de Solidariedade Social e Família», organizada pelo Governo Civil da Guarda no âmbito das celebrações do Ano Europeu Para a Deficiência.
 

 

Carlos Andrade considerou que a sociedade tem de se mobilizar em novas iniciativas no sector enquanto que o Estado «deve arranjar meios para que o movimento associativo não acabe» na área do apoio a deficientes, bem como na clarificação dos serviços de apoio.
 

 

Admitindo a existência de «desperdícios» na área social, considerou ser «determinante que se comecem a dar passos qualitativos nas respostas» do apoio social a deficientes.
 

 

Na sua opinião, o Estado deveria ter uma «carta social para identificar as necessidades», considerando ainda que «o Estado tem a obrigação de gastar dinheiro suficiente para ter, gerir e manter modelos que sejam difusores de qualidade para a sociedade».
 

 

 

Fonte: Lusa
 

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