Porto: 300 mil sem médico de família
27 dezembro 2001
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Um milhão de utentes inscritos, 300 mil dos quais sem médico de família nos centros de saúde da Área Metropolitana do Porto. Instalações muitas vezes desadequadas, degradadas e com falta de pessoal. Quadros médicos e de enfermeiros por preencher. Factos que revelam o sombrio panorama dos centros de saúde na Área Metropolitana do Porto (AMP).
 

 

As organizações que representam médicos, enfermeiros, auxiliares e funcionários administrativos explicam os problemas com a falta de investimento. Durante anos, argumentam, a administração central investiu mais nos grandes hospitais, em detrimento das unidades de cuidados de saúde primários, embora a política seguida fosse aparentemente a da universalidade desses cuidados.
 

 

Fonte:Jornal de Notícias
 

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