Pneumologistas fazem rastreio

Especialistas alertam para Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica

19 novembro 2003
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A Sociedade Portuguesa de Pneumologia promove, hoje, rastreios à capacidade respiratória dos portugueses, procurando alertar para os perigos de uma detecção tardia da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica.Tosse persistente com expectoração, principalmente de manhã, e cansaço ao efectuar actividades simples, como subir umas escadas, podem ser sintomas da doença, que afecta entre 5,42 por cento dos portugueses entre os 35 e os 69 anos, e cujo dia mundial se assinala hoje.Os homens têm sido mais atingidos pela Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), porém, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, o crescimento do consumo de tabaco entre as mulheres irá reduzir esta diferença.Causa de morte de cerca de 8,7 pessoas por cada 100 mil habitantes, em cada ano, esta obstrução das vias aéreas é principalmente causada pelo fumo dos cigarros – 10 a 15 por cento dos fumadores vêm a sofrer da doença –, embora a exposição a fumos químicos e poeiras orgânicas e inorgânicas também contribua para o aparecimento da doença.A DPOC evolui de forma bastante lenta e o seu diagnóstico só é possível através de um exame de espirometria, que mede a capacidade respiratória da pessoa.O diagnóstico precoce é precisamente o objectivo dos rastreios gratuitos que a Sociedade Portuguesa de Pneumologia promove em Lisboa, Porto e Coimbra. Na capital, a iniciativa vai decorrer entre as 10 horas e as 18 horas, na Praça da Figueira. No Porto e em Coimbra o rastreio decorre, respectivamente, na Praça da Liberdade e na Praça da República, no mesmo horário.Fonte: Jornal de Notícias

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