Plano nacional para hepatites víricas

Defendido pela Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado

15 fevereiro 2010
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A necessidade de elaboração de um plano nacional estratégico para as hepatites víricas foi defendida pelo presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado.

 

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Macedo explicou que "isso é para nós uma prioridade porque os doentes com hepatites víricas têm muitos problemas que necessitam de ser bem equacionados e precisam de ter pelo menos um cuidado tão grande como, por exemplo, com as infecções por VIH".

 

O especialista defende também uma "maior alocação" de especialistas nos hospitais com mais volume assistencial e a criação de mais centros de diagnóstico e tratamento de doenças do fígado.

 

De acordo com a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado, é necessário "uma melhor articulação entre os médicos de medicina geral e familiar e os hospitais" que "devem ter vias de acesso e de comunicação mais fáceis para que, de alguma maneira, seja mais rápida e mais fácil a orientação deste doentes para as consultas da especialidade".

 

"Quando falo dos colegas de medicina geral também falo nos institutos da droga e de toxicodependência", acrescentou. Este esforço simultâneo "vai beneficiar muito os doentes que vão ser mais facilmente identificados, orientados e tratados", pois as doenças do fígado "podem ser tratadas e muitas delas curadas".

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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