Pílulas contraceptivas da Bayer aumentam risco de coágulos

Alerta da FDA

02 novembro 2011
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Algumas pílulas contraceptivas - como a Yaz do laboratório alemão Bayer - parecem aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contraceptivos orais mais antigos, concluiu um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos.

 

A agência, citada pela agência Lusa, refere ter analisado testes realizados com mais 800 mil mulheres que utilizaram diferentes meios de contracepção entre 2001 e 2007.

 

Nas conclusões preliminares, a FDA estima que as pílulas contraceptivas contenham drospirenona, um tipo de progesterona sintética de nova geração semelhante à hormona natural, que apresenta um risco de formação de coágulos sanguíneos superior em 1,5 vezes comparativamente às pílulas mais antigas.

 

As pílulas Yaz e Yasmin, do laboratório alemão Bayer, que são das mais vendidas, contêm drospirenona combinada com etinilestradiol, uma substância muito comum nos contraceptivos orais.

 

A FDA constatou ainda um risco acrescido de coágulos sanguíneos com a utilização do adesivo contraceptivo Ortho Evra, de uso semanal, da Johnson and Johnson, e do anel vaginal contraceptivo de uso mensal, NuvaRing, do laboratório Merck.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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