Pílula por injecção pode aumentar doenças cardíacas

Revelações de estudo científico

03 setembro 2002
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As mulheres a quem são dadas injecções contraceptivas durante longos períodos de tempo podem vir a sofrer transformações físicas que aumentem o risco de doenças de coração, avisam investigadores do Imperial College School de Medicina, no Reino Unido, citados pela BBC online.
 

 

Apesar de ainda não ter existir uma prova clara que ligue directamente as injecções contraceptivas às doenças de coração, a equipa de cientistas do Imperial College refere que há provas suficientes para as mulheres que já sofrem do coração tomarem precauções antes de iniciar tratamento com este tipo de contraceptivo.
 

 

Os investigadores avisam que o medicamento, tomado durante um longo período de tempo, diminui a capacidade das artérias do corpo humano de contrair e expandir, levando a que fiquem mais vulneráveis à viscosidade do sangue que, por sua vez, pode levar ao aparecimento de doenças de coração.
 

 

Estas injecções contraceptivas são vistas como uma alternativa às pílulas orais tomadas todos os dias para evitar a gravidez. Uma só injecção deste medicamento, denominado Depo-Provera ou DMPA, dura três meses.
 

 

Contudo, os últimos estudos indicam que a injecção contraceptiva não é a alternativa 100% sem riscos para algumas mulheres.
 

 

In Diário Digital

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