Pílula pode reduzir risco de esclerose múltipla

Estudo da Harvard School of Public Health

29 dezembro 2005
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Tomar contracepção oral pode reduzir a curto prazo as probabilidades de uma mulher vir a sofrer de esclerose múltipla, de acordo com investigadores da Harvard School of Public Health.
 

 

O estudo de três anos, publicado no Archives of Neurology, mostrou que a incidência da esclerose múltipla era menos 40 por cento nas mulheres que tomavam a pílula.
 

 

Estas descobertas estão no seguimento de outros estudos com animais os quais sugeriam que as hormonas femininas podem atrasar o começo da doença ou o desenvolvimento dos sintomas.
 

 

Os investigadores compararam 106 mulheres diagnosticadas com esclerose múltipla, entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 2000, com outras 1.001 mulheres que não apresentavam a doença. O estudo também constatou a ocorrência de um risco menor de esclerose múltipla durante a gravidez, mas um risco maior seis meses depois do parto, em comparação com a incidência entre as mulheres que não estavam grávidas.
 

 

Como os próprios autores deste estudo comentam, outros factores podem influenciar os resultados, “tais como a gravidez durante o período subsequente ou se as mulheres que tomaram a pílula eram ''saudáveis'' - por exemplo, não-fumadoras e nem obesas".
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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