Pílula contraceptiva pode ajudar mulheres com esclerose múltipla

Estudo português apresentado na reunião anual da Academia Americana de Neurologia

20 junho 2006
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A pílula contraceptiva parece surtir efeito no retardamento da evolução da esclerose múltipla, revela um estudo português apresentado na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em San Diego, nos EUA. De acordo com a investigação, realizada a partir da consulta de esclerose múltipla do Hospital dos Capuchos, em Lisboa, e coordenada pelos médicos especialistas Armando Sena e Rui Pedrosa, as mulheres com a doença que tomavam a pílula apresentavam um grau de incapacidade significativamente menor, da ordem dos 30%, em relação às que não tomavam, nem nunca tinham tomado, aquele medicamento contraceptivo.O estudo envolveu um total de 70 doentes com esclerose múltipla, distribuídas por dois grupos de igual número e com características homogéneas: idades aproximadas (cerca de 30 e poucos anos) número idêntico de surtos da doença desde o diagnóstico inicial, o mesmo número de partos e idade da primeira menstruação sensivelmente idêntica para todas elas. Fontes: Diário de Notícias e Imprensa Internacional MNI- Médicos na Internet

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