Petição pela manutenção do preço nas embalagens de medicamentos

Várias organizações promovem iniciativa

27 outubro 2010
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“A sua saúde não tem preço, mas os medicamentos têm”, é este o lema lançado pelos peticionários que pretendem que a Assembleia da República determine a manutenção do preço nas embalagens dos medicamentos comparticipados.

 

O decreto-lei 106-A/2010 permite que seja “eliminada da embalagem” a indicação dos preços de venda ao público, nos casos dos medicamentos comparticipados sujeitos a receita médica, quando o utente beneficiar da comparticipação. De acordo com uma notícia avançada pela agência Lusa, em reacção a este decreto-lei, várias entidades, da Associação Nacional de Farmácias à Caritas, associaram-se para promover a petição destinada à manutenção dos preços, que está disponível na Internet e a ser divulgada por mensagens para os telemóveis.

 

Para que o documento chegue ao plenário são necessárias quatro mil assinaturas, podendo a partir daí ser apoiada pelos partidos com assento parlamentar através de projectos de resolução, com recomendações ao Governo, ou de projectos de lei. “Saber o preço é um direito, não deixe que o retirem das embalagens”, lê-se no endereço em que está disponível o texto para assinatura (www.medicamentoscompreco.com).

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Comentários 2 Comentar

A campanha de desinformação da ANF

A Associação Nacional de Farmácias, a mesma que agora quer cobrar um €1 por cada vez que dá um conselho a um cliente, usa argumentos falsos para justificar esta petição. Um deles é que os consumidores perdem o direito à informação. Isso é falso! Os consumidores vão continuar a ter acesso à informação como sempre tiveram: através do seu médico ou farmacêutico.
Mais informações no website que um grupo de cidadãos criou para esclarecer a verdade dos factos:
http://medicamentossempreco.org

Remédio Santo

Isto é tudo politica farmaceutica,como o estado teve de cortar com as comparticipações dos medicamentos agora tira-se o preço das embalagens e pode-se enganar o utente ,assim quando chegares a a casa com o medicamento ,nem sequer podes comparar o preço com o anterior medicamento que tinhas em casa vês e as farmaceuticas continuam a apresentar milhões de euros de lucro e quem paga é o desgraçado do doente

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